quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Tamo bem time

Saíram as notas e PASSEI DE TUDO MENOS CÁLCULO IV E ALGELIN 2!
WOOHOO!
Por mais que eu esteja feliz (principalmente por ter passado em mecflu e cálculo II), eu sei que as duas recs que peguei foram porque na semana de subs eu tava totalmente destruído, sem condições nenhumas de fazer uma prova, tenho absoluta certeza que se eu não tivesse subado a P2 de C4 eu estaria com uma rec só nessa merda, mas enfim, não é a primeira vez que faço uma escolha errada na minha vida acadêmica. Shit happens.

Mudando de assunto, pela primeira vez em MUITO tempo (eu diria uns cinco anos) que fico mais de um dia sem ouvir música japonesa, resolvi baixar as discografias de bandas queridinhas dos hipsters padrão por aí: Blur, Pavement, Andrew Jackson Jihad, etc. e também voltei a ouvir Neutral Milk Hotel, já até senti a minha barba crescendo um pouco mais rápido. Aposto que daqui a alguns minutos já estarei ouvindo Shiina Ringo de novo ou chorando com o último show do Judy and Mary, SOBAKASSSUUUUUU NOOOOOOOOO- ahem.

Aliás, estou numa vibe de ler livros que já não acontece com minha pessoa desde o começo de 2013, da última sub que tive (na última quinta) até agora terminei de ler Cem Anos de Solidão do Gabo (faltavam 150pg), Noites Brancas do Dostô, Fahrenheit 451 e estou lendo agora After Dark do Murakami, junta tudo isso aí e dá umas 400~500pg, já até separei o Tender is the Night do Fitzgerald pra ver se FINALMENTE irei ler essa merda, tento ler esse caralho desde 2012 mas sei lá, tem uma hora que fica bizarramente maçante, óbvio que não é o primeiro livro que não consigo terminar de ler por esse motivo (isso sem incluir os que eu deveria ter lido no colégio e acabei dependendo dos resumos na interwebs pra fazer as provas).

Enfim, neste exato momento já comecei a ver o último show do JAM e cara, comecei a entender porque o pessoal fala que o último disco é o melhor, mas não concordo ainda, o Miracle Diving ainda tem um lugar especial no meu coração.

Also, por algum motivo eu não to conseguindo comentar/responder no Blogger então vou ver isso aí direito pras (poucas) pessoas que comentam algo aqui não se sentirem ignoradas, eu nunca faria isso com vcs, acreditem.

vlwflw, té mais

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

PASSEI EM MECFLU (talvez)

Caralho, galera, ao que tudo indica PASSEI EM MECFLUUUUUUU!!!!!
Não é 100% de certeza, aliás o politécnico normal diria que é 100% de certeza mas como já vi de tudo nessa escola, não duvido de mais nada.

Enfim, pelos meus cálculos repetidos à exaustão, eu preciso somar 3,3 nas notas do relatórios 2 e 3 que não saíram ainda, o detalhe é: quando o relatório tá bem ruinzinho ele recebe um 6 no mínimo e meu grupo entregou os relatórios direitinho, ou seja: tá mais fácil a Shiina Ringo fazer um show no Brasil que eu reprovar Mecflu (bem que eu trocava fácil essa aprovação por um show da Shiina Ringo hein, hmmmm...).

Concerning as outras matérias:
  • Passei em Física IV UHUL! Aquele 5 bola suadasso arredondado, serei um dos únicos da GA mecânica a fechar Mecflu com nota maior que F4, que orgulho;
  • Eu acho que passei em Cálculo 2, as chances são altas eu diria;
  • Fiz a sub de Cálculo 4 ontem precisando de 3,9 e SEPÁ NÃO DEU, QUE MERDA;
  • Tenho sub de Algelin 2  amanhã precisando de 7/18 testes, vamo ver no que dá;
  • Estruturas acho que vai dar bom, o professor é sussa;
  • Lab Naval 2 vai ser uma loteria, meu grupo ficou em segundo lugar na competição (surpreendentemente) mas o que vale pra nota é o relatório, vamo ver no que dá.
Enfim, acho que é isso aí. TL;DR VAMO VER NO QUE DÁ RSRS

Mas espero logo chegar as férias pra terminar de ler Cem anos de Solidão, caralho, aposto que vou ter que voltar um pouco no livro pra lembrar onde que tá e quem é o Aureliano/José Arcádio da vez, aliás recomendo o livro viu, parece que tem um hate pesado da galera contra o livro mas eu estou achando bem legal até o momento, to na página 316/446 e não é um livro pesado no sentido de ter que se dedicar à leitura integralmente pra conseguir acompanhar (alô, James Joyce!) apesar de ser o maior clássico da literatura colombiana.

Depois de terminar de ler o Cem anos de solidão vou ver se leio os que comprei na feira do livro, ainda mais os do Murakami e o Fahrenheit 451, e vou comprar alguns joguinhos pra PS4 e maratonar, não que nem maratonei os RPG no começo do ano porque quero curtir os jogos.

Enfim, vou nessa que a sub de algelin de amanhã não parece muito amistosa.
vlwflw, té mais

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Suki-Ya

Acho que nunca dediquei um post exclusivamente pro Suki-Ya, pois bem, chegou a hora.

A primeira vez que comi no Suki-Ya foi logo depois da abertura da primeira loja (lá pelos idos de 2010), que é bem do lado de casa, fui com minha mãe e minha irmã. O lugar tava vazio, o arroz horrível e a carne é a carne do Suki-Ya, que não é a coisa mais amistosa do mundo, minha mãe e minha irmã nunca mais voltaram pro lugar.

Pois bem, eu já não pisava no Suki-Ya faz tempo até que comecei a fazer meu terceiro ano junto com cursinho, e pra quem já leu meu posts dessa época (ou viveu comigo essa época inesquecível) já deve se lembrar da correria que era ter meia hora do segundo que eu saía da sala de aula até ter que estar na sala do cursinho, loucura total.

No começo a gente comia no Habib's, mas como queríamos comer decentemente, pedíamos os HORRÍVEIS PFs deles, era invariavelmente a carne, o arroz branco e fritas SEM O FUCKING FEIJÃO! Pra ficar menos seco a gente chegou até a espremer os limões que tinha lá no arroz, jesus. Keep in mind que nessa época do ano a gente SEMPRE chegava atrasado.

Enfim, eis que por alguma ideia divina a gente tem a sacada de comer no Suki-Ya ao invés do Habib's. Olha, o Suki-Ya não é nenhuma churrascaria de ponta mas puta que pariu, Gyu-Don é mil vezes melhor que aquelas merdas que o Habib's chama de prato feito. E assim conseguimos chegar em tempo pra aula, as vezes até chegávamos adiantados! Até hoje não sabemos como explicar que no final do ano já estávamos tão habituados a fazer o trajeto, que em 20min a gente já tinha almoçado e ido do colégio pro cursinho, mistérios da vida.

E foi nessa relação de um pouco menos de um ano que a TdT (lembra dela?) criou laços afetivos com o Suki-Ya, em 2014 nós fomos assistir o jogo entre Brasil e Chile lá (na época tinha TV instalada), ano passado eles reformaram o restaurante e ficou decente, perdeu um pouco do charme de podrâo-oriental que o Suki-Ya ostentava mas agora o pessoal entra lá sem preconceitos (os ocidentais pelo menos).

O Suki-Ya de uns tempos pra cá, ainda mais depois da reforma, vem tentando se reinventar: já botaram uns domburi de sashimi (que acabaram saindo do menu em meses), lámen e agora até uns yakisoba (que usam o macarrão do lamen, não posso dizer que nunca fiz isso em casa), o lamen até que é decente mas se você compara com o Aska não vale a pena, o yakisoba é bem zoadinho e o domburi de sashimi sequer tive chance de provar, mas os preços também eram abusivos (lá na casa dos 40 reais).

Assim, de alguma forma, todos os rolês da TdT têm que terminar no Suki-Ya, não interessa se começa na Augusta, no meu apê ou em outro estado, nós sabemos que não importa a hora do dia, ou sequer o dia, sempre vai ter um Gyu-Don Negui Tama M com combo Kara-Ague me esperando lá.

vlwflw, té mais

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Livros, nabos e fé em deus

Acabei de voltar de uma jornada à feira do livro da USP, ou melhor: FESTA do livro, como é chamada desde que mudou de localidade da FFLCH pra Poli (talvez pra atrair politécnicos festeiros? who knows) e desde o ano retrasado acabou mudando de novo pra perto do CRUSP/CEPEUSP.

Enfim, quanto eu gastei? Mais que o necessário, pode acreditar. De Noites Brancas do Dostô (que leio num dia) até Era dos Extremos do Hobsbawn (que aposto que vou demorar a vida pra ler, isso se eu começar), comprei ainda dois do Murakami, Fahrenheit 451, um de contos do Kundera, Dez dias que abalaram o mundo (outro que vou demorar pra ler) e por fim um outro de literatura japonesa contemporânea, só coisa boa.

Pois bem, eu acho que estou levemente fodido em todas as matérias possíveis, mas né, não é novidade. Eu tava fazendo as contas pra ver quando poderei pegar estágio e as perspectivas não estão nada boas, mas fé em deus que um dai a gente de forma.

Agora me desculpem que tenho que tentar salvar o semestre,
vlwflw
té mais

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Constantes, óculos e ícones decadentes

Novidades do front de guerra, meu estimado General?
Nenhuma, minha vida segue uma constante já faz um tempinho (o que vocês, meus caros leitores, já devem estar cansados de saber): Poli me fodendo de todas as maneiras possíveis, eu não me esforço pra sequer sair da cama, terminei a terceira temporada de Narcos ainda (estou no episódio 8 de 10 mas já sei maioria dos spoilers por causa da minha curiosidade wikipédica), não jogo 3DS faz quase um mês porque passei por cima do carregador com minha cadeira e vou ver ainda se dá pra fazer o rewiring do negócio... ENFIM, nada de novo.

Aliás, uma novidade do front é que chegou a hora de trocar meu óculos (o que deveria ser feito anualmente mas a última troca de grau que fiz foi na semana entre as segundas fases da Fuvest e da Comvest no começo de 2015, santa preguiça, Batman) e estou postergando a ida ao oftalmo porque não escolhi ainda a armação que quero. Pode parecer meio leviano de ficar se importando com a porra da armação do óculos mas é foda especialmente pra mim que tem a cabeça do tamanho de uma caralha de uma melancia, pra você ter ideia: meu current óculos é um sem borda que tive que encomendar pra alargar as lentes... THE SUFFERING IS REAL, MAN.

Eu tava realmente pensando em pegar um óculos daqueles com borda elipsoide porque o Shutoku Mukai na época do Number Girl usava um e sinceramente, ele foi um dos caras mais fodas que surgiram no cenário musical japonês, eu diria até que ele foi o último grande frontman (com ênfase no -man) do cenário underground do Japão, e mesmo sem ter nada contra o seu projeto depois do Number Girl, o Zazen Boys, dá pra ver que a mudança de gênero e a inevitável mudança de armação de óculos (pra aquelas horríveis armações quadradas e sem borda só na parte de baixo) fizeram com que ele já não fosse o símbolo que fora outrora.

Mas enfim, acho que é isso.
Fé em deus porque as provas estão chegando,
vlwflw té mais

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Celular novo, URSS e mesmas coisas de sempre

Novidades nesse meio tempo?
Tô fodido, não pera, isso não é novidade.
Comprei um celular novo, um LG G6, que coisa linda de doer. A única coisa que me incomodou é que o launcher da LG é uma merda mas até aí eu usava o Nova desde meu Milestone 2, então nada mudou mesmo. O Google Assistant é bem daora tho, eu admito que eu queria que se desse pra por a voz da Ana de Armas e pudesse acionar com um "OK, Joi" ao invés de um "OK, Google", eu tinha comprado um Pixel até pra ter melhor suporte, pode me chamar de loser, não nego.

Enfim, como pude me esquecer? Anteontem foi o aniversário de 100 anos da revolução de Outubro! Viva a URSS caralho! Sabia que eu me identifiquei como anarquista quando eu tinha 11 anos? E como comunista quando eu tinha 12! Hahahhahahahha ai caralho, e pensar que tudo começou com uma revista Superinteressante... Lembro que quando entrei na Poli eu jurei não querer saber mais de política mas puta que pariu, cada reacionário na Poli que dá vontade de mandar pro Gulag. DEU LIB LEFT NO MEU TESTINHO ENTÃO NÃO SOU STALINISTA, JURO! Mas aposto que fui bolshevik na vida passada, choro toda vez que ouço o hino da URSS.

Pois bem, deixando a política de lado, acho que não tenho nada AINDA a relatar do lado acadêmico, fui bem em umas provas, me fodi em outras... tá tudo como sempre foi (desde que entrei na Poli pelo menos). O que esperar no futuro próximo? Não faço ideia, e sinceramente tenho até receio de saber.

vlwflw, té mais
Amanhã tenho que acordar 5 da matina.

domingo, 29 de outubro de 2017

Hotéis, Cafés e Restaurantes

Um dos amores estranhos que tenho é o por estabelecimentos comerciais não muito grandes, no caso hotéis, cafés e restaurantes.

1. Hotéis

Minha família sempre viajou bastante, pra uma variedade randômica de cidades do Brasil (no eixo sul-sudeste, a distâncias que podiam ser percorridas de carro) e dentre essas viagens sempre gostei dos hotéis, com a variedade deles que comecei a conhecer, acabei desenvolvendo preferências nesse campo. Hotéis muito grandes, que necessitavam impreterivelmente de elevador, nunca me agradaram, independente da vista, resorts muito menos. Acho que foi depois de jogar" Hotel Dusk: Room 215" que comecei a notar as nuances dos hotéis, como eles funcionavam como pequenas cidadezinhas e a organização toda por trás.
Quero dizer, meu gosto por hotéis difere um pouquinho do resto da minha família, o que todos concordam é que os hotéis a beira mar são todos do caralho, e obviamente não podem ser muito grandes. Agora, tem um hotel em Curitiba que a gente ficou na volta de uma viagem pra Floripa que tava em plena decadência, as luzes piscavam, as coisas eram velhas, o último artigo elogiando o hotel num jornal foi na inauguração do mesmo na década de 70, junte isso tudo ao fato que na frente do hotel ficava uma boca de fumo, minha família odiou o hotel mas puta que pariu, achei o lugar interessante no mínimo hahahah. Hotéis espelunca possuem um charme indescritível.

2. Cafés

Por mais que eu me renda aos charmes do Starbucks ou do Fran's Café quando preciso de um latte superfaturado, os cafés pequenos são coisas que conseguem me acalmar de maneira nunca vista, o foda é que eles estão sumindo do mapa, na Liberdade por exemplo tinha um que era bem legal na Rua da Glória mas acabou desaparecendo, o que temos agora são os que sobrevivem sendo cópias de Bubblekill, Snowfall e variados.
Na região da Augusta tem uns cafés bem legais mas VIVEM LOTADOS DE HIPSTERSSSSS (não me incluam nessa pls). Acaba que cafés legais mesmo acabo indo só quando estou em outras cidades.

3. Restaurantes

Acho que essa seção pode muito bem se misturar com a acima e com bares também (apesar de eu não abordar isso neste post por falta de conhecimento). Pra mim restaurante que eu gosto mesmo tem que ser a la carte (ou o famoso PFzão, como queiram), eu tenho um ódio profundo por self service, pode não parecer muito racional (ainda mais se contar o fato que como num kilão pelo menos uma vez por semana) mas pra mim PF é sinônimo de amor.
Que.
O que você acabou de dizer, Yoiti?
Sim, PF é sinônimo de amor, tem lá tudo o que você precisa na vida: arroz, feijão, bifão, fritas, farofinha, saladinha e um vidro de Coca.
Sem complicação, tudo na sua frente. Isso me lembra uma frase do Bertrand Russell sobre a matemática onde ele basicamente dizia que a Matemática era uma das formas de arte mais puras que existem. E é isso, PF é a coisa mais pura possível no campo gastronômico, sem as armadilhas da alta sociedade que permeiam churrascarias e bistrôs Brasil afora. O PF é o patrimônio imaterial que precisa ser estampado nas nossas notas de 100 reais.
Enfim, divaguei mais que o esperado, restaurantes que eu gosto geralmente são 24h também (inclua nisso lanchonetes), tem um charme em você poder comer uma comida gostosa às 23h sem precisar se preocupar com nada.
Suki-ya (Gyu-don é o PF japonês), Estadão (os PF deles batem os lanches, pode acreditar) e mais uns na região da Augusta são uns dos meus lugares favoritos no mundo. O Suki-Ya em particular é minha terceira casa desde meu ensino médio.

Enfim, quer me fazer feliz? Um hotel pequeno à beira mar, Serramalte gelada e PFzão de almoço. Fórmula da felicidade
vlwflw
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