segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

lookin' forward for it

Eeeeee pessoas, tudo bem? Foda-se, não me importo HAHAHA, enfim.
Hoje eu voltei de mais uma viagem pra Caraguá, good and old, é o lugar pra onde minha família vai sempre que quer descansar e ficar de boas, como a cidade fica entre São Sebastião/Ilhabela e Ubatuba, dá pra ver várias coisas legais.
Mas isso não é o que queria falar sobre hoje. Na volta pra Sampa, num posto no caminho, vi um maluco japa de meia idade com uma camiseta com os dizeres "Formandos 1995" nas costas, fui ver na frente e estava lá "Poli-USP NAVAL" e o característico símbolo da nossa querida atlética, hahahah quase que fui lá falar com o cara, mas acabei não querendo pertubar o maluco na leisure time dele. O foda é que fiquei realmente intrigado naquela figura do japonês de meia idade, cabelo grisalho, óculos, bermudão e tênis sem meia, o filho da puta é praticamente como eu me imagino daqui a alguns anos! Lendo um jornal enquanto toma um café e aparentemente viajando sozinho também, achei legal a figura daquele cara.
E sei lá, quando a gente entra na Poli, imaginamos os formandos como homens de alto escalão em multinacionais, que dirigem BMWs e nadam em dinheiro (ok, isso pode até ser verdade pra alguns, ALGUNS) mas o que aguarda a maioria é realmente ficar de boas aí, arranjar um emprego bom talvez, montar uma família e andar por aí com a camiseta de formando da Poli (e sempre com pelo menos algum vestígio daquele orgulho que a gente tem de fazer Poli que o pessoal do grêmio e da atlética injetam na nossa cabeça na semana de recepção CHUPA MACK).
Eu já nem sei quando vão ser minhas RECs e o caralho à quatro, mas espero logo o dia de matrícula dos bixos pra poder novamente dar boas vindas pro pessoal, sei lá, mas faz parte da magia ter uns caras pintarem todas as engenharias possíveis nas testas alheias e claro, cantarem o hino da Naval para chocar os pais que estão no local.
valeu, falou
té mais

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Fallout 4 e só

Então galera, cumpri minha promessa e fui comprar o PS4, o resultado? VINTE E SETE HORAS DE FALLOUT 4 EM CINCO DIAS, sim galera, to viciado nessa porra. Jogo bom da porra viu, e demorei tudo isso pra jogar esse caralhudo, os outros jogos vão ter que esperar até eu me cansar do FO4 (provavelmente isso acontecerá daqui a alguns meses... ou anos), pra vocês terem uma ideia: minha mão tá tremendo um pouco desde que parei de jogar pra mexer um pouco no PC.
Enfim, vocês não estão lendo esse blog pra me ver escrevendo sobre games né nem música japonesa, aliás porque eu escrevo sobre isso aind- AHAM, enfim, querem saber outra tragédia? Adivinha quem, QUEM, é a única pessoa da sala que fechou a nota final de MecSol2 com 4.9? SIM CARALHO! EU MESMO PORRA!
Velho, vai se foder, caralho, juro, eu preferia que me dessem 3.0 logo, pela primeira vez na história da humanidade que mando um email chorando nota pro professor, e me senti extremamente desprezível, foi algo do tipo: "Querido professor, fiz trabalho, fiz lista, fui na aula, consegui entender a matéria, só fechei a média de provas com tipo 4.7 e você me dá 4.9, PELO AMOR DE TUDO QUE HÁ DE MAIS SAGRADO, VOCÊ PODE ME DAR MAIS 0.1?!?!?!?!?" e foi tipo isso, desprezível, daquela estirpe de pena de si mesmo que eu já pensei que não tinha depois de ir no IME ver minhas provas de cálculo, de novo: desprezível.
Enfim, eu já estou pouco me fodendo, estou afim de jogar Fallout 4 e depois, caso eu ainda esteja vivo, de ler os milhares de livros que comprei na Feira do Livro.
Valeu, falou.
E nossa, não joguem Fallout se quiserem ser membros sadios e ativos da sociedade.

sábado, 3 de dezembro de 2016

to meio bêbado

É galera, acabaram as minhas P3 e estou livre eeeeeeeeeeee- não pera, ainda tem Psub! Ahhhhhhhhhhhhhhh(...).
Enfim, aham, nesse semestre parece que decidiram dar um murro na minha barriga em TODO-SANTO-DIA que fui pra Poli, vai tomar no cu, então hoje é sexta e decidi beber com a galera, não fiquem notando muito os erros de escrita, to meio alcoolizado ainda, e já prevejo a ressaca que vai me acompanhar amanhã o dia todo (quem foi que disse que japonês não tem ressaca é mentiroso, na moralzinha).
Ah mas foda-se, não quero falar mais da Poli, foda-se a Poli, me fodi mesmo nesses semestre, então quero mais é que se foda mesmo o caralho todo. Pau no cu.
Só quero comunicar que no segundo que eu terminar a Psub de MecFlu, vou direto comprar um PS4 com Final Fantasy XV, Fallout 4 e The Last Guardian (se tiver chego no Brasil a tempo), eu fui um imbecil de não ter comprado essa porra no começo desse ano (foi porque já tinha gasto uma boa grana no meu notebook, Latitudão da massa s2), mas que se foda, to muito puto pra ficar me importando com buyer's guilt, só quero saber de jogar até meu dedo ficar calejado, esse semestre me deixou puto, PUTO.
Eu queria mesmo abrir um new game agora no Fallout New Vegas e zerar pela quadragésima vez, mas puta que pariu, minha cabeça tá querendo me partir no meio. Mas ainda assim eu recomendo pra todo mundo jogar essa porra, foi um dos jogos que mais me deram raiva na vida e  o único que não foi pela dificuldade mas sim pelos bugs, já perdi umas 20h de gameplay por culpa de freeze, mas cara, to jogando essa porra desde 2010 (inclusive lembro de comprar o dvd pirata pra Xbox na Liberdade) e foi o único jogo que não me cansou, até Pokémon cansa porque depois da Elite Four fica tudo meio morno de mais. Fallout New Vegas é o jogo da minha vida e nunca sequei comprei uma cópia original, vou me redimir comprando uma do Fallout 4 (bem que não é a mesma dev, bem foda-se).
Aliás, depois leiam esse post de novo e vejam se mudei muito do começo pro fim, porque eu tava bem loucão lá no começo e acho que agora comecei a ficar um pouco mais sóbrio, é legal notar também que escrevi esse post bem mais rapidamente que o normal, tá aí uma ideia: fazer provas alcoolizado. O que pode dar errado?
Bem, me desculpem se me prolonguei de mais nesse devaneio ébrio, mas já não postava faz tempo nessa porra e esse blog é como se fosse meu filho (junto com meu Latitude s2, como eu amo esse notebook).
valeu falou té mais

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Planos para o futuro

Hoje eu saí com meus amigos do colé- quero dizer, com a Turma da Trave e o assunto de planos para o futuro acabou surgindo, o que é extremamente normal para qualquer grupo de universitários né, mas acabei falando os planos B, C e H mas não o plano A, como pude esquecer dele meu deus.
Pois bem, quero enumerá-los aqui e agora, de baixo para cima obviamente:
  • Plano H: Trampar em banco depois de formado, não é a PIOR OPÇÃO DO MUNDO mas é meio bostinha né (tomara que eu não tenha que apagar esse post quando for procurar emprego daqui a alguns anos);
  • Plano C: Prestar concurso público depois de terminar a facul e virar oficial da Marinha, não vou ganhar AQUELA grana mas o uniforme é daora, e é isso que importa no final do dia;
  • Plano B: Trampar naquelas empresas que fica mó imponente no perfil do Facebook, e obviamente ligadas a engenharia naval e, no caso, a conteiners: Hamburg Sud e Maersk no caso.
  • Plano A: RUFEM OS TAMBOREEEESSSS ... O ideal, o que mais seria do caralho pra mim agora, seria virar produtor musical para bandas indies do Japão ou dos Estados Unidos, focando (mas não se restringindo) a Shoegaze. Pior que eu até cogitei em ir pra algum curso ligado a engenharia de som ou produção musical mas tive a impressão que ia começar a odiar essa porra toda, talvez eu entre numa empreitada pra começar a tocar shoegaze (OH MEU DEUS, NÃO QUEIRAM OUVIR O PRODUTO DESSA EMPREITADA), bem, eu comprei uma Jaguar já.
Mas enfim, sem brincadeira, eu realmente nem sei que porra vou fazer depois de formado (ou se sequer vou me formar) e posso botar aqui milhares de artigos sobre geração X, Y ou Z pra me defender falando que todo mundo tá na mesma bosta, mas isso é escapismo. Nessas horas que a ideia de fugir de tudo e se entregar a sua paixão parece ser extremamente atraente, aliás, eu também estava com a ideia de ser técnico de futebol HAHAHAHAHHA, po o Mourinho é muito daora, me desculpem.
Enfim, prometi pra mim mesmo que iria estudar nesse feriado e acabei nem olhando pra cara da matéria.
vlwflw té mais

terça-feira, 1 de novembro de 2016

CARALHO, CONSEGUI TIRAR A CARALHA DA CARTA!

Aeeeee porra! Finalmente consegui tirar a carta de motorista, depois de três tentativas finalmente consegui! Yeeeeessssssssssss!
Ah sim, dei uma pausa na série sobre DREAM CONCERTS, vou escrever um post da série a cada, uh, período que estiver sem ideias.
Aliás, fiz um rolê na última sexta que foi meio estranho, e me fez pensar como é ruim ainda não ter um apê pra chamar de meu (apesar que dentre meus amigos sou o que está mais próximo disso). Conhecer os pais de dois amigos seus e na mesma noite ficar bebendo e ajudar um amigo que gorfou? parece que minha quinta série se entrelaçou com as lembranças das minhas viagens de formatura.
Mas enfim, amanhã é feriado de finados e tenho que COMEÇAR a estudar pras P2 que estão vindo aí prontas pra me foder. E é por isso mesmo que estou assistindo uns shows da Shiina Ringo hahahahhahahahahha- to fodido.
vlwflw té mais

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

DREAM CONCERTS PART 4: Shiina Ringo - Electric Mole @Nippon Budokan (2003)

PRECISO MESMO FALAR DA SHIINA RINGO DE NOVO?
Porra galera, acho que mais até que Judy and Mary, eu praticamente só escrevo sobre a Shiina Ringo neste blog desde que conheci a obra dela lá por 2012/2013, eu nunca assumi que pagava pau pra alguém vivo antes de conhecer essa mulher. Por isso vou direto ao que interessa.

Shiina Ringo - Electric Mole @Nippon Budokan (2003)

Como já falei em uns 20 posts antes: a Shiina Ringo era uma típica cantora pop até que em 2003, depois de dar a luz a um filho, ela deu a louca e lançou um álbum totalmente experimental e absolutamente MARAVILHOSO, mas a real é que o tal CD não vendeu um quarto do que vendeu o então último sucesso dela e acabou por ser recebido de maneira bem morna tanto pelo público pop (que achou o álbum intragável) quanto pelo público underground (que não aceitava uma cantora pop lançando um experimental daquela magnitude).
Pois bem, depois desse famigerado terceiro álbum dela a Shiina Ringo decidiu fazer uma turnê pelo Japão todo antes de acabar a carreira solo dela, SIM ELA REALMENTE TINHA DADO A LOUCA. Aliás, nem tanto, pra essa turnê a Shiina Ringo selecionou especialmente alguns músicos talentosos que estavam dispostos a formar uma banda duradoura com ela como vocalista. O plano era acabar com a carreira solo mas começar com uma banda, banda essa que seria depois conhecida como Tokyo Jihen.
Eu queria botar o vídeo da primeira música que ela tocou (Tsumi to Batsu) mas por algum motivo não uparam no Youtube, uma pena.
O show foi sensacional, depois de uma longa turnê pelo Japão todo a Shiina Ringo decidiu acabar tudo, aonde mais, no Nippon Budokan, possivelmente o lugar mais prestigiado possível para se fazer um show no Japão.
Foi uma setlist incrivelmente longa que mais incrivelmente (eu diria até criminosamente) excluía grande obras primas dela que só viríamos a ouvir ao vivo no Tokyo Jihen uns cinco anos depois.
E puta merda, pelo nível técnico esse show fica em primeiro lugar se comparado aos outros daquela lista, mas como tudo da Shiina Ringo falta emoção, esse live também não foge da regra.
O Electric Mole, assim como o terceiro álbum da Shiina Ringo, foi confeccionado à perfeição: uma banda de nível excelente, o lugar perfeito para se fazer um show, voz e instrumentos sem falha nenhuma e até um gimmick interessante: o show se chamou Electric Mole porque a Shiina Ringo retirou a laser a pinta (mole) que ela tinha acima do lábio e que era a trademark dela. SIM! ELA TIROU UMA PINTA CIRURGICAMENTE SÓ PRA FALAR QUE A CARREIRA SOLO DELA TINHA ACABADO!
Mas ainda assim o show foi normal (no lado emocional pelo menos), não tinha vibe nenhuma de tristeza ou sei lá, sequer de alegria. A Shiina Ringo é bizarramente perfeccionista, de modo que ela no palco tá fazendo o trabalho dela assim como um analista num escritório, E isso é ao mesmo tempo muito bom e paradoxalmente muito triste também. Acho injusto falar que ela faz o que faz pelo dinheiro porque isso não é verdade, só ver que ela recusou uma carreira internacional pra constar isso, e já ficou óbvio faz tempo que ela tá cagando pros fãs hahahahahah. A real é que a Shiina Ringo faz música (e inclua shows nisso aí) porque ela ama fazer isso, ganhando dinheiro ou não, agradando fãs ou não, ela faz música pela música, ela é MUITO egoísta mas ao mesmo tempo é a personificação mais pura do que um artista deve ser, e isso que confere a ela a persona enigmática que tem.
Enfim, acabei escrevendo muito sobre a Shiina Ringo mas é isso aí. O show é 10/10 não tem como não falar o contrário, mas eu nunca chorei vendo, o que acontece quando assisto os últimos lives do Supercar e do Judy and Mary. Além disso a Shiina Ringo acabou retomando a carreira solo já em 2008 (com o Tokyo Jihen ainda ativo, só iriam acabar em 2012), acabou que o show não teve um significado maior por muito tempo.
Depois da última música ela largou o mic no chão, enigmático eu diria.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

DREAM CONCERTS PART 3: Judy and Mary - Warp Tour Final @Tokyo Dome (2001)

O QUE FALAR DESSA BANDA?
Se vocês frequentam meus blog por pelo menos alguns meses, já devem se lembrar de uns quatro posts citando Judy and Mary (ou JAM para os mais íntimos), caralho, eu amo esses filhos da puta.
Judy and Mary RESPIRA os anos 90, não tem como você não se imaginar naquela década no Japão quando ouve Sobakasu ou Overdrive, a banda ainda influenciou muitas outras bandas que estavam por vir, pode incluir pelo menos metade das bandas com vocal feminino da primeira metade dos anos 2000 e ainda outras que eram quase bandas cover deles (GO!GO!7188, Hysteric Blue, Shakallabbits, etc.).
Sem mais delongas, vamos falar desse show logo:

Judy and Mary - Warp Tour Final @Tokyo Dome (2001)

"Judy and Mary acabou quando acabou o amor" diriam alguns, e de acordo com entrevistas concedidas depois pela Yuki foi isso mesmo, todos os membros estavam na banda mais por dinheiro do que por qualquer outra coisa, e assim eles terminaram. Tem banda que continua mesmo assim, mas não vamos entrar em detalhes.
Eu sempre culpei a vocalista Yuki de ter sido a causa do fim da banda, não importa como você olhasse a situação, a única pessoa ali que saía ganhando era ela, acabou trilhando uma carreira solo invejável e se tornou um dos ícones da música japonesa (apesar de não chegar ao nível da Shiina Ringo, Chara ou Utada Hikaru). Os outros caíram no anonimato praticamente: o guitarrista Takuya foi quem se deu menos mal virando produtor e ocasionalmente compondo pra cantoras por aí, o baterista Igarashi e o baixista Onda voltaram pra cena indie e nunca mais voltaram.
Enfim, mas o que falar do show em si?

Não vou botar o vídeo da última música do live porque o cara que upou botou do momento que eles entraram no palco pro encore até o recado que a Yuki manda no fim, enfim, ia ficar muito maçante, e também que Classic (esse é o nome da música) é uma das minhas favoritas da banda.
O show foi pra uma plateia de cerca de 50000, não sei dizer ao certo porque não achei fontes confiáveis, mas isso talvez chega a superar o show que eles fizeram no auge da fama em 1997 no Estádio de baseball de Yokohama, e com certeza bate os shows que eles fizeram no Budokan.
Cara, foi um setlist com 20 e poucas músicas, passando pelos antigos sucessos até os singles do último álbum, a Yuki cantou MUITO como sempre, teve choro no final, teve silêncio de uma multidão de cerca de CINQUENTA MIL PESSOAS para que a Yuki pudesse pedir obrigado por tudo (nota: sem microfone).
Tá bom, a parte de chorar na última música e do discurso depois de todo mundo calar a boca acontecia desde os primeiros shows, mas puta que pariu, no último show do Judy and Mary esse gesto assumiu um significado totalmente diferente, era o fim de uma das maiores bandas que o Japão já viu, e uma das únicas que influenciou (e ainda influencia) tanto o underground quanto o mainstream, nem a Shiina Ringo chegou nesse nível de influência ainda, e talvez nunca chegará.
Nota pro show? Precisa perguntar ainda? DEZ DE DEZ PORRA! Melhor show em solo japonês na história, tanto pelo significado quanto pela qualidade em si. Pra mim a década de 90 pra música japonesa acabou em 2001 junto com Judy and Mary.
Não sei o que escrever sobre essa foto, só sentir.